Luciana Carvalho
Luciana Carvalho

  1. Avaliações de San Andrés Missing Luciana Carvalho
    Cuiabá - MT há mais de 1 ano
    9,0
    Bom

    Fomos em um grupo de 11 pessoas em Março de 2018. Para chegar lá, saímos do RJ - Bogotá - San Andres (pela Avianca).

    No aeroporto de Bogotá compramos a "tarjeta" de entrada na ilha de San Andres no guichê da Avianca (pode ser comprada em dólares ou pesos), trocamos alguns dólares em pesos colombianos (COP) em uma casa de câmbio logo no desembarque e também já compramos um Chip colombiano (operadora claro) para termos acesso à internet. O chip custou por volta de 80 reais, você tem direito a 1gb e whatsapp e facebook ilimitados.
    O aeroporto é enorme e Bogotá é fria, então não deixe de levar casaco!
    Quando chegamos em San Andres pegamos uma certa fila onde entrega-se a tarjeta preenchida e encontra-se co facilidade taxis no exterior do aeroporto. Os preços são combinados anteriormente (paguei 30.000 COP).
    Ficamos num hotel distante do centro chamado COCOPLUM.

    COCOPLUM: Escolhemos pois sabíamos era dentro da praia (acordei - pé na areia) além de possuir água quente e acesso ao Wi-fi (incomuns na ilha). Em relação ao hotel: Pessoas FANTÁSTICAS encontramos naquele lugar, o que deixou nossa estadia completa. Edgar e Luney são dois fofos que levo no meu coração.

    No geral: a ilha é linda. O mar é realmente SURREAL, lindo como nas fotos. Ao contrário do que li, não achei suja e achei muito bem policiada, não há perigo em andar independente da hora do dia/noite.
    O que fizemos:
    Dia 1: Praia do centro (água linda e gostosa), experimentamos o famoso coco loco (que achei bem ruim) e jantamos nos barzinhos do centro (várias opções)
    Dia 2: Alugamos um MULE (hotel entrou em contato com um guia) para dar a volta na ilha. Paramos em diversos locais para curtir a paisagem além de pararmos na West View (onde tem o trampolim e faz-se o mergulho Aquanauta) além de curtirmos todo o trajeto com várias paisagens lindas, coqueiros e as 7 cores do mar.
    Dia 3: Isla Johnny Kay. Pegamos a embarcação da marina (fechamos com um guia que estava na praia do centro). A Ilha fica 2 minutos apenas da Marina. A ilha é linda e só.
    Dia 4: Alugamos um Iate (estávamos em 11 pessoas) para comemorar meu aniversário. Um guia muito querido e simpático fez um desconto bacana depois de muito choro (Diego, bem conhecido na Ilha). Nos levou para conhecermos Mantarraya (onde ficam as arraias), Aquário e Haynes Cay onde almoçamos por um preço bem acessível.
    A noite conhecemos a única "balada" da cidade, o COCOLOCO.
    COCOLOCO: vale conhecer, muita salsa colombiana, os Colombianos muito simpáticos que gostam de ensinar a bailar. Vale a visita pela curiosidade.
    Dia 5: Passeio de Jet: Pegamos os Jet no próprio hotel, pode ser negociado 30m ou 1h (até duas pessoas por Jet, compensa dividir o valor e o tempo) e a tarde fomos no Parasail e jantamos no CasaBlanca.
    PARASAIL: Também fechamos com Diego. Saímos às 16h da Marina (esse passeio tem que fechar com certa antecedência, pois são apenas 2 horários por dia e as vagas são preenchidas rapidamente). Experiência legal, vale levar uma GoPro.
    CASABLANCA: Um dos hotéis mais conceituados da Ilha. São vários ambientes (ambiente de frutos do mar/massas). Comida maravilhosa, achei o preço bom. Por um prato bem servido de peixe + cerveja + água + sobremesa, paguei por volta de 90.000 COP)

    DICAS:
    - O centro fecha das 12 às 15 e fecha novamente às 20h, o que dificultou nossas comprinhas, já que passávamos às tardes nos passeios. Achei as lembrancinhas bem caras, diferente do que lia por aqui. Trouxe um imã de geladeira e SÓ.
    - Sempre peça desconto... São vários guias espalhados pela ilha, os preços são muito parecidos, mas sempre conseguimos algum desconto.
    - Troque os dinheiro aos poucos. Trocamos mais alguns pesos na West Union que fica no centro (fecha sábado às 12h e não abre aos domingos), porém, veja no seu hotel, talvez lá mesmo eles troquem (COCOPLUM faz câmbio, descobrimos só depois).
    - NUNCA, NUNCA beba água de San Andres. É comum acharmos pessoas com diarreia pela ilha devido a ingestão da água. Recomendo escovar os dentes com água mineral.
    - Logo quando chegar na ilha, recomendo comprar sapatilhas e snorkel para aproveitar mais os passeios e o fundo do mar.
    - Nos mercados pode-se encontrar tudo muito barato, a cerveja que num restaurante custava 6000 COP, pagamos 1500 COP no mercadinho mais próximo. Compensa ter algumas comidinhas e bebidas no hotel.
    - Nossa turma gosta muito de tomar cerveja, e com isso tivemos muiito problema: TODAS as cervejas são frias, Colombiano não bebe cerveja gelada como nós. Então tivemos que achar um isopor e gelo para podermos ter nossa própria cerveja gelada, no mercado do centro pode ser encontrado tais itens.

    COCOPLUM: a higiene não é das melhores, os lençóis e toalhas são trocados diariamente, sem reclamações, porém, embaixo das camas encontramos tampas e sujeiras de hóspedes anteriores. A praia na qual o Hotel desemboca, não é a mais linda de todas, mas para um fim de tarde e um café da manhã olhando para o mar é perfeito. Muitos mosquitinhos, recomendo levar repelente para o fim de tarde.
    Ilha Johnny Kay: Vale conhecer, mas achei os preços exorbitantes para se comer e em relação à praia não compensa. Muita gente em pouco espaço, muita movimentação de lanchas e barcos que torna meio desconfortável permanecer desavisada no mar.
    LA REGATA: tínhamos uma reserva (só funciona com reservas) e como era uma segunda feira, tivemos dificuldade em achar taxi na qual atrasamos 10m. Cancelaram nossa reserva (tolerância máxima de 10m). Então sejam pontuais. Não conseguimos conhecer!

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