St. Maarten e St. Martin

Na parte de cima, território francês; na parte de baixo, território holandês: só por esse detalhe St. Maarten e St. Martin já são capazes de despertar interesse, mas a ilha oferece muito mais. Exemplo de lugar multicultural e com cenários de tirar o fôlego, a ilha caribenha vai além do básico "sombra e água fresca", oferecendo atrativos variados a públicos diversificados.

A expectativa sobre o destino começa ainda no ar, antes de o avião tocar o solo. Isso porque o pouso no Aeroporto Internacional Princess Juliana é considerado um dos mais eletrizantes do mundo - ele fica na frente de Maho Beach e, assim, os aviões são obrigados a passar a poucos metros das cabeças dos turistas. Não gosta desse tipo de emoção e prefere só relaxar? Fique tranquilo, pois alguma das mais de 30 praias da ilha certamente irá lhe conquistar. 

A parte holandesa chama-se Sint Maarten e tem como capital Philipsburg, uma área cheia de lojinhas. O lado holandês é visto como o mais animado da ilha, devido às boates e aos cassinos, além de ser ideal para compras. Já do lado francês, chamado de Saint Martin, com capital em Marigot, é excelente para encontrar praias menos movimentadas e comer bem. Aliás, a comida variada, cheia de quitutes franceses, é uma das grandes vantagens de visitar a ilha. Nada mal um croissant de amêndoas no café, um peixinho fresco no almoço e uma comida japonesa no jantar, hein?

Recortada por morros que proporcionam vistas incríveis dia e noite, St. Maarten e St. Martin têm um trânsito digno de grande centro urbano. A ilha é interessante por proporcionar agito ou tranquilidade, a depender do gosto do viajante, e ainda misturar moedas e línguas sem que haja qualquer restrição militar para ir de um lado ao outro de seu perímetro. Tudo isso sem falar nas praias, que dispensam comentários, tamanha a beleza que se vê - águas cristalinas a perder de vista e areia clarinha, sempre acompanhadas de um calor arrebatador que só pode resultar em um bom mergulho no mar. 

Reza a lenda que, para demarcar seu território, um holandês, munido de rum, e um francês, bebendo vinho, se propuseram a andar de um lado da ilha até o outro e, onde se encontrassem, seria o limite de cada país. A versão francesa dita que o rum era mais forte que o vinho, fazendo o holandês dormir em seu caminho; por isso, a maior parte da ilha coube à França. A versão holandesa, por sua vez, narra que o francês trapaceou ao correr. E essa é a explicação trazida pela história... se é verdade ou não, não sabemos, mas a certeza que fica é de é St. Maarten e St. Martin são lugares únicos no mundo, vibrantes e com águas contagiantes.